No princípio...

No início do caminho tudo era como num sonho...uma linda princesa nasceu num reino encantado, cercada de amor e carinho. Tudo era belo ao seu redor, muitos brinquedos e festas. Havia luz a sua volta, e ela se sentia amada e protegida...Inteligente, aprendia com rapidez e era elogiada...Mas foi crescendo, os véus que cobriam sua visão de mundo foram caindo, e ela soube que o mundo não era um sonho; era real, duro, e estava batendo a sua porta...sem que ela quisesse acreditar!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

AGORA

Neste momento de sua vida, ela medita muito, não tanto quanto deveria...e se dedica a trabalhos manuais, tricô, crochê. Vive cada momento como se fosse o último. 
Só, mesmo sabendo-se incompreendida, ela continua. Seus filhos estão no mundo, adultos e não são do jeito que ela imaginou...quem mandou sonhar!
Agradece todo o dia a Chagdud Tluku Rinpoche, pelos ensinamentos que deixou, embora não o tenha conhecido. E à Lama Sherab, cuja tolerância para com ela é enorme.
Agradece também aos poucos e fiéis amigos, que a apoiam.
A partir de agora, as postagens provavelmente se modifiquem. Pretende acompanhar suas amigas virtuais em seus trabalhos.

Continuando

Continuando, depois de muito tempo parada...a mulher, agora sem o véu que lhe cobria a visão da vida real, sofreu muito, muito, muitooo!!! 
Desde a infância havia passado por várias religiões, começando pela católica que abandonou por uma grande decepção. Foi convidade, com 14 anos, ao kardecismo, onde ficou um tempo. Conheceu a Umbanda Branca, linda e cheia de diversidade cultural. 
Um lindo espaço se abriu quando ela conheceu a Grande Fraternidade Branca, os Mestres Ascensionados, seres de luz que ajudam a humanidade...alguns anos se passaram e através de Kwan Yin, a deusa da compaixão, da chama lilás, passou a fazer mantras, a ler sobre isso e foi apresentada ao Budismo. Hoje, mesmo com as dificuldades, ela encontra respostas e continua seu caminho.

sexta-feira, 18 de março de 2011

O segundo passo

Quando a princesa descobriu a vida real, soube também que era apenas um ser humano buscando caminhos...sua mãe morreu, o castelo ruiu, seu pai preferiu a madrasta...como um náufrago, ela se apegou aos que estavam mais próximos e seguiu a vida, já sem aquele título, mas com determinação...descobriu quem são os seres humanos, a maioria perdida no oceano do sofrimento samsárico...encontrou um amor e pensou ter encontrado o príncipe encantado, mas que nada! era um sapo!
Teve filhos, amou-os, dedicou-se a eles, mas é difícil ser mãe...aliás, alguém tem a receita certa para educar um filho????